sexta-feira, 4 de janeiro de 2013






EXPOSIÇÃO PEDAGÓGICA

TEMA:

OLHARES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

SUBTEMAS:

A INFÂNCIA

A ESCOLA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

O CRIAR, O PENSAR E O FAZER PEDAGÓGICO
 

A turma do sexto semestre do Curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia, Campus VXI, em Irecê-Ba, fizeram uma exposição pedagógica no município de Tanquinho - Lapão-Ba, para representar a escola da Educação Infantil. Traz como critérios a relevância dos aspectos pedagógicos que sinalisem a relação com o tema e com os subtemas citados; a criatividade e a organização da exposição; a presença de elementos que provoquem a participação da comunidade; a participação dos graduandos como elementos da exposição e a apresentação dos elementos por meio de diferentes linguagens que promova a reflexão acerca do processo formativo na Educação Infantil.
 
A turma se empenhou bastante a fez acontecer uma bela exposição, mostrando como é uma sala para criança de até 5 anos. Mostramos vários cantinhos que se pode ter em uma sala de educação infantil, a exemplo de cantinho da hora da roda, de leitura, de atividades, do faz de conta, de brincadeira entre outros.
 
O grupo foi provocante ao indagar com a pergunta "Quais as questões na educação infantil que você acha que deve ser repensada."
 
Ora, são várias questões que precisamos pensar para favorecer esse público que futuramente poderão ser professores e que são sujeitos aprendentes. Uma delas é conhecer a Legislação, em muitos casos os professores se formam em curso superior e não conhece a Lei que favorece a educação infantil. Conhecer as políticas públicas dessa modalidade de ensino. Ser um professor consciente de que a criança também aprende por meio de brincadeiras. Estar sempre se atualizando em suas reflexões, para não cometer equívocos. Buscar nova ideias de teóricos atuais. Pensar nas várias culturas existentes. Elaborar currículos que favoreca o contexto das crianças. Buscar especializações para melhorar a prática e o currículo.
 
Enfim, são várias possibilidades que o professor de Educaçaõ Infantil precisa estar atento para não se perder em sua prática pedagógica. Penso que se fizer isso será um bom professor para atuar com sala de educação infantil.

 

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


 
 
SEMINÁRIOS APRESENTADOS EM SALA DE AULA - 6º SEMESTRE - PEDAGOGIA - UNEB - CAMPUS XVI - IRECÊ - BA
  
GRUPO 01 - PRESIDENTE DUTRA
 
TEXTO - CONTA-ME SUA HISTÓRIA: REFLEXÕES, SOBRE O MÉTODO DE HISTÓRIA DE VIDA
                                                  Aline Pacheco Silva, Carolyne Reis Barros,
                                                  Maria Luisa Magalhães e Vanessa Andrade de Barros.
 
 
O grupo abordou que a ciência é um acúmulo de conhecimento sobre determinado fenômeno e ela trabalha com dois métodos: o qualitativo (objetividade lógico-argumentativo) e o quantitativo (levantamento de dados).
Apresentaram a abordagem autobiográfica dividida em: história oral, biográfica, autobiográfica e história de vida.
A história é real e começa a partir do desejo que se tem de contar sua própria história tanto individual como coletiva.
 
 
 GRUPO 02 - UIBAÍ
 
TEXTO - NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS: INTERFACES COM A PESQUISA SOBRE A FORMAÇÃO DE PROFESSORES.
                                                    Francisco das Chagas Rodrigues da Silva
                                                    Sidclay Ferreira Maia.
 
 
 
Com a espalnação do grupo entendi que é uma tendência contemporânea, como uma abordagem teórica e metodológica que consttitui a interface com o eu e com o outro mundo. É uma investigação sobre a formação de professores. é uma tendência utilizada na construção de conhecimentos e desenvolvimento de capacidades e atitudes, além da investigação educativa.
 
Processo que permite ao sujeito refletir sobre o passado e o presente de sua formação descrevendo contexto, evidenciando limites e possibilidades que marcam ou marcaram seus processos formativos.
 
 
 
GRUPO 03 - IRECÊ 01
 
TEXTO - NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS DE PROFESSORES: UM CAMINHO PARA A COMPREENSÃO DO PROCESSO DE FORMAÇÃO.
                                                                           Esméria de Lourdes Saveli.
 
 
Segundo o grupo, afirmaram a partir do texto que o homem está no processo de vir a ser, depende das relações e interações que o sujeito está inserido. O memorial é o ponto de partida do desabafo com as ilustrações que permite algo mais próximo sobre a experiência. E que rememorar é também autoformar. A identidade é a fusão dinâmica de traços inconfundíveis de uma pessoa.
 
 
 
GRUPO 04 - IRECÊ 02
 
TEXTO - A TRANSFORMAÇÃO DE SI A PARTIR DA NARRAÇÃO DA HISTÓRIA DE VIDA.
                                                                           Marie-Christine Jossô.
 
 
As afirmações do grupo deu para entender que as histórias de vida representa o campo social, psicológico e filosófico. É um processo de identificação e que o ser como sujeito é um ser psicossomático, dentro de um círculo de vevências.


 
 
GRUPO 05 - IBITITÁ
  
TEXTO - HISTÓRIA DE VIDA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PROFISSÃO DOCENTE.
                                                                             Denise Bárbara Katame.
 
 
 
O grupo foi muito sucinto, abordando apenas que a história de vida marca a produção nacional sobre a formação, além da renovar a pesquisa sobre professores.

 
GRUPO 06 - SÃO GABRIEL
 
 TEXTO - AUTOBIOGRAFIA, IDENTIDADE E ALTERIDADE: MODOS DE NARRAÇÃO, ESCRITA DE SI E PRÁTICAS DE FORMAÇÃO NA PÓS-GRADUAÇÃO.
                                                                 Eliseu Clementino de Souza.
 
 
Entendi que o autor discute as questões vinculadas a construção identitária de profissionais da docência em processo de formação inicial e continuada, por meio de narrativas autorreferentes, entendida como instrumento de autoformação, de pesquisa e de intervenção no contexto da pós-graduação. O autor tem como base os trabalhos desenvolvidos no  espaço GRAFHO - Grupo de Pesquisa Autobiográfica, Formação e História Oral, vinculado ao PPGEduC/UNEB - Programa de Pós-Graduação em Educação e Contemporaneidade da Universidade do Estado da Bahia. Ele vem tratar da pesquisa como eixo central de análise intitulada de Profissionalização docente e identidade: histórias de vida, narrativas e formação na pós-graduação enfatizando o processo de investigação-formação por meio de narrativas dos profissionais que estão na formaçaõ inicial, continuada, cursando mestrado e doutorado, como metodologia para trabalhar e significar a formação.
 
Entendi também que a pesquisa nacional é desenvolvida a partir dos trabalhos dos mestrandos e doutorandos, vinculadas a projetos para compreender as dimensões pessoais e profissionais da construção identitária dos docentes por meio de narrativas autobiográficas, realizada através de seminários de investigação-formação em diferentes grupos e programas de pesquisa dentro das instituições, visto que é de muita importância o trabalho ser centrado em memoriais acadêmicos dos alunos que estão na pós-graduação da UNEB.
 
Para o autor, esse estudos estão centrados em investimentos iniciais para com a pesquisa autobiográfica com ênfase no processo de investigação para compreender a abordagem autobiográfica que se expressa através das narrativas como metodologia de trabalho que possibilita significar suas histórias de vida por meio de marcas e dispositivos experienciados nos contextos de formação.
 
Entendi que a tríplice apresentada pelo autor são três dados pertinentes para a contribuição teórico-metodológico das pesquisas como narrativas autobiográficas:
fenômeno - ato de narrar;
método de investigação - recolha e construção de fontes de pesquisa e processos de autoformação e intervenção - reflexõees sobre a dimensões de formação no que concerne a construção de identidade de professores e formadores.
 
Para o autor a relevância do trabalho desenvolvido evidencia-se pela abrangência e riqueza do material organizado para análise no que diz respeito à construção das histórias de vida e suas relações com os contextos sócio, político e cultural exigem a partir dos mestres e mestrandos do PPGEduC/UNEB com a escolha do objeto de estudo, o desenvolvimento da pesquisa, as produções gestadas no mestrado como as dissertações e as diferentes publicações organizadas durante todo o curso.
 
Para tanto, as ideias dos auttores em todos os textos apresentadas pelos grupos denota que todas as abordagens estão voltadas para as vivências, a formação os relatos, as histórias de vida e que o texto de Eliseu vem acrescentar a importância da pesquisa nos cursos de mestrado e doutorado. De fato todos os textos trata das mesmas problemáticas, porém apresenta contextos diferentes sem divergência de autores. Apenas complementa a ideia do outro. 
 
 
 
 
As narrações centradas sobre a formação durante a vida como desvelamento das formas e sentidos múltiplos de uma existencialidade singular-plural.
 
                                 Marie Christine Josso
 
 
 
 
O texto dessa autora remete-me a pensar na prática do conhecimento que enfatiza o ensino universitário como um viés de conhecimento para o cidadão comum. É a partir das nossas experiências que podemos refletir sobre a formação de si, além das experiências dos outros que pode contribuir para o processo de formação do sujeito. E de acordo com o texto entendo que as experiências de vida, as narrativas vem a refletir no processo acadêmico do indivíduo. Algo que eu fiz antes de entrar na faculdade pode transformar um pensamento, construir ideias, oferecer oportunidades que redimensione a minha postura e a aprendizagem, tornando-me um ser consciente que perceba a autoformação do sujeito, um ser global em que a minha ação irá refeltir no outro e um ser de carne como um ser consciente que detém de atenção e atitudes como pessoa que seja capaz de enfrentar o que o sensível nos oferece: ver, sentir, agir, pensar e o fazer.
 
 
 
 
COLCHA DE RETALHOS 
Filme
 
X
 
O EU, O OUTRO E AS DIFERENÇAS INDIVIDUAIS E CULTURAIS
 Elizeu Clementino de Souza
 
 
 O filme Colcha de Retalhos é um drama romântico representado através do universo feminino que vem relatar histórias de várias mulheres, contando suas experiências de vida e se juntam para formar uma colcha composta por retalhos bordados com a intenção de presentear a uma pessoa que vai se casar. Visto que são mulheres maduras e que sempre ouvem histórias de vida em que cada uma tem como tarefa a realização pessoal e social. Cada bordado tem a sua história representando alguém, como processo que afirma uma identidade na autoformação de cada sujeito.
 
O texto de Eliseu vem abordar as questões relativas à identidade e as diferenças no cotidiano escolar. Trata da prática pedagógica implementada dentro do cotidiano escolar, com a intenção de homogeinizar a cultura das escolas. É um texto que busca a reflexão sobre a identidade. E para o autor é na escola que se aprende a construir a identidade e as diferenças e que é um processo que requer algum tempo para centrar o sujeito na globalidade da vida. 

Eliseu afirma que a educação é um processo de autotransformação do sujeito que envolve a provoca aprendizagens em diferentes domínios da existência. 
 
Ao analisar o filme com o texto, entendo que os dois afirmam uma singularidade e uma pluralidade, na busca da coletividade. Cada retalho bordado é único e cada autoformação também é única, porém ambas são construções que precisa do outro para se firmar como sujeito completo, visto que é na dinâmica da vida e nas histórias tecidas no nosso cotidiano que aprendemos dimensões existenciais e experienciais sobre nós mesmos, sobre os outros e sobre o meio em que vivemos, afirma o autor.
 
E se pensarmos na prática pedagógica, a  ideia de fazer uma colcha ou outro trabalho similar é um trabalho importante para ser feito em sala de aula, ela resgata suas memórias perdidas no tempo. E pensando junto com Eliseu trabalhos assim transforma o investimento na formação de professores e no trabalho coletivo na escola que poderá possibilitar outras formas de trabalho didático e pedagógico, que contribuirá para a reafirmação de identidades, para as vivências, para a tolerância e para o respeito ao exercício da cidadania.
 
Pensar na autoformação é pensar em sujeitos envolvidos não apenas em experiências de si mesma, e sim em sujeitos que busca o conhecimento e transforma a sua realidade a partir do outro e do coletivo, favorecendo assim a sua identidade própria.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


 


NOSSA COLCHA DE RETALHOS
 
 
 


 
 
 
Trabalho muito legal proposto pelo professor Mácio Machado. Construir uma colcha de retalhos a partir de retalhos pintados por cada aluno. Todos os alunos acataram sua proposta e construimos essa bela colcha de retalhos.
 

 
 

 
 
 
 
 
 
 
 

Em meio a tantos retalhos, esse foi o que eu pintei. Uma pintura muito simples que representa a vida. Todo ser humano ao ser fecundado o que primeiro se forma é o coração. E eu tive a ideia de pintar esses corações justamente por isso, se não fosse ele pulsando eu não conseguiria fazer coisa alguma.
 
 
 
 
 
 

 

Os corações não são iguais. Há momentos em nossas vidas que ele fala mais alto que a razão. Mas em outros momentos é a razão que faz o coração inteceder em nossas vidas, deixando-os mais sábios.
 



                  FILME                           X                       NOSSA COLCHA
















 
FILME MUITO BEM REPRESENTADO PELO PÚBLICO FEMININO, CONTANDO SUAS EXPERIÊNCIAS DE VIDA, E OS SENTIMENTOS DE CADA UMA. NÃO IMPORTA SE OS MOMENTOS FORAM FELIZES OU NÃO,  O IMPORTANTE É QUE CADA UMA RELATOU A SUA HISTÓRIA DE VIDA E ASSIM PRODUZIRAM UMA BELA COLCHA DE RETALHOS BORDADOS, DIFERENCIANDO ASSIM DA COLCHA PRODUZIDA PELA TURMA DE PEDAGOGIA DO SEXTO SEMESTRE DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA EM IRECÊ, EM QUE FIZERAM PAINTURAS NO LUGAR DO BORDADO.
AS PINTURAS SÃO MEMÓRIAS DA INFÂNCIA DE CADA ALUNO. CADA RETALHO PINTADO REPRESENTA UMA LEMBRANÇA COM UMA SIMBOLOGIA DA VIDA QUE TIVEMOS QUANDO CRIANÇA. TAMBÉM NOS REMETE AO SÍMBOLO DA COLETIVIDADE.
 
PARA MIM, ESSA COLCHA TEM UMA REPRESENTATIVIDADE MAIOR. FUI EU QUEM COSTUROU CADA RETALHO FORMANDO ASSIM UMA BELA COLCHA ALMEIJADA PELOS ALUNOS DA TURMA. A GRANDE MAIORIA QUERIAM FICAR COM ELA. MAS TIVEMOS A IDEIA DE COLOCAR EM UMA MOLDURA E EXPOR NA PAREDE DA UNIVERSIDADE PARA SER APRECIADA POR OUTRAS PESSOAS E PERCEBER QUE O TRABALHO COLETIVO TEM UMA GRANDE IMPORTÂNCIA.
 
 PRODUÇÃO DESSA COLCHA NÃO EXISTE UM SÓ PROTAGONISTA. TODOS OS ALUNOS FORAM PROTAGONISTAS DA SUA BELEZA, VISTO QUE O PENSAMENTO CRIATIVO DE UMA PESSOA DESENCANDEOU UMA ONDA DE INOVAÇÃO EM NOSSAS MENTES E FEZ CRIAR ESSE BELO TRABALHO EM CONJUNTO.
 
E ESSE É O MAIOR PATRIMÕNIO DE UMA UNIVERSIDADE, FAZER OU TER ALUNOS E PROFESSORES COM MENTE ABERTA, CRIATIVA E PENSADORA, PARA ASSIM ULTRAPASSAR OS QUADROS SOCIAIS DE VIDA DAS PESSOAS, CONSTRUINDO ASSIM CULTURA E EDUCAÇÃO.
                                                     
 
                                                                                        "BELO TRABALHO PROFESSOR"
 
 


sábado, 29 de dezembro de 2012

 
Aula, a partir das:
 
Abordagens autobiográficas e a formação de professores: desafios, contribuições e possibilidades, na perspectiva da autoformação no decurso de vida com Gaston Pineau e sobre o conceito de formação na abordagem (auto) biográfica com Inês Bragança.
 
O professor abordou as concepções tridimensionais para a formação do ser
 
HETEROFORMAÇÃO - a ação dos outros, ( o outro é quem ensina).
 
ECOFORMAÇÃO - formação que o ambiente traz.
 
AUTOFORMAÇÃO - formação do eu a partir das vivências e que torna o decurso de vida mais complexo. Ela pode ser individual ou coletiva.
 
Para Pineau a autoformação é uma luta árdua para a sobrevivência em todos os instantes e lugares e ultrapassa os quadros sociais da vida. Parece ser a expressão de um processo antropogênico que extravasa as estratificaçoes sociais e educativas.
 
O sujeito se autoforma transformando a relação heterônoma numa relação autônoma.
 
Para Bragança a formação é um processo interior que liga a experiência passoal do sujeito que se permite tranformar pelo conhecimento. E através da experiência como aprendizagem proposta pela abordagem autobiográfica, implica três dimensões existencias:
 
o conhecimento sobre si;
o conhecimento sobre seu fazer, sua prática;
e reflexão crítica sobre suas próprias concepções;
 
Para ela a abordagem autobiográfica contribui para o contexto de formação de professores(as), no sentido ontológico da construção de si, em um movimento de formação que articula memória, narração e reconstrução identitária.
 
 
Os pensamentos de Bragança e Pineau sobre autoformação trouxe muita contribuição para a minha pessoa. Entendo que o sujeito não se constrói sozinho, ele precisa de sujeitos para formar-se enquanto sujeito. É preciso que haja interação entre pessoas, para assim acontecer a autoformação, ou seja, é a partir do outro que tenho condições de conduzir as minhas atitudes, colocando minha experiência em vivência com outra. Pois o contato com outras pessoas nos faz ter uma tremenda noção da nossa cidadania, e isso faz transformar as nossas experiências de vida.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



AULA PARA TRABALHAR A MEMÓRIA

  
Tela de Salvador Dalí 
Tamanho original: 24cm x 33cm
Intitulada: A Persistência da Memória
 
 
A leitura de imagem dessa tela me provoca  sensação de tristeza. Tenho a impressão de um lugar muito seco e muito quente. O sol escaldante derrete o objeto que se parece com um relógio. A hora que se encontra marcada, parece que já é noite (6 hs), a luz que reflete parece a luz do sol se pondo no infinito e ainda assim o objeto se encontra derretido.
 
Por alguns segundos, essa imagem remete-me a desolação, ruínas, angústia. Ela não me traz boas recordações. Lembro que quando criança fui à roça com meu pai e lá encontrei um couro de boi envelhecido e dobrado em meio a terra quente, semelhante ao que está na tela de Salvador Dalí.
Ao ver essa imagem pela primeira vez na aula da faculdade, só me veio na lembrança aquele momento.
 
Mas se tratando de arte, afinal, arte é isso cada qual entende a sua.